Bombons de Tâmara
Depois de um dia das mães pra lá de especial resolvi começar minha segunda-feira com bombom de chocolate. Lembram da receita de Makroud sem glúten que publiquei outro dia? Para quem quiser fazer o biscoito norte-africano dupliquem a receita da pasta de tâmara. Tendo esta pasta na geladeira, o bomom fica hiper simples e rápido de preparar. A amêndoa no meio do recheio dá um toque sofisticado, fazendo deles um belo presente.
Fiz alguns com coco ralado para meu pequeno levar para a escola. Sobremesa SEM açúcar adicionado, apenas com o doce natural das tâmaras.
Façam.. tenho certeza que vão adorar!
Bombons de Tâmara
SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE/CASEÍNA – SEM OVOS – SEM SOJA – SEM AÇÚCAR
Ingredientes
1 xícara de pasta de tâmaras
100g de chocolate amargo
1 colher de chá de gergelim pré-tostado (opcional)
Para bombom de amêndoas: 6 amêndoas tostadas mas alguns pedaços para decorar
Para bombom de coco: 2 colheres de sopa de coco ralado
Modo de Preparo
Derreta o chocolate no micro e misture o gergelim (se utilizar) na pasta de tâmaras.
Bomom de Amêndoas: Faça bolinhas da pasta com a mão, coloque uma amêndoa no centro, passe no chocolate e decore com um pedaço de amêndoa.
Bomom de Coco: Misture bem o coco ralado na pasta, faça bolinhas com a mão, passe no cholocate e decore com o coco.
Refrigere por 30 minutos antes de servir. Sirva frio ou em temperatura ambiente.
Rende 15 bombons.
Leia sempre o rótulo dos chocolate que for utilizar para garantir que não contenha traços de leite. Este artigo pode te auxiliar na escolha.
Boa semaninha!
Muffins de Cenoura
Que tal um bolinho simples para hoje? Fazendo nas forminhas de cupcake eles se tornam a porção perfeita para acompanhar um café, ou para carregar na bolsa e não cair na tentação enquanto estamos fora de casa.
Nós, mães brasileiras, somos aficionadas por bolos de cenoura.. não é?! Sempre fazemos para adoçar as tarde dos nossos pequenos. É quase que uma tradição. Aqui na França não é comum assim, e eles adoram! Se quiserem adicionar umas 3 a 4 colheres de coco ralado fica uma delícia. Cenoura combina muito bem com coco.
Mas cade a cobertura de chocolate? Para os fãs de chocolate esta cobertura é uma opção feita com gordura de coco, e sem lactose/caseína. Ou você pode inovar e fazer um frosting para seu muffin. Nossa querida Eveline está arrasando com o blog noiva na cozinha, aproveitem para explorar o blog pois muitas receitas podem ser convertidas para gluten free.
Utilizei pouco açúcar pois prefiro ajustar o doce regando com mel na hora de servir. Pode aumentar a quantidade de açúcar se preferir.
Aproveitem.. o melhor da vida está na simplicidade! Isto também vale para a cozinha..
Muffins de Cenoura
SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE/CASEÍNA – SEM SOJA – COM OVOS
Ingredientes
1 xícara de amêndoas finamente moída
1/2 xícara de farinha de arroz branco
1/2 xícara de polvilho doce
1 colher (chá) goma guar
1/2 colher (sopa) fermento em pó
1 pitada de sal
2 ovos
1/2 xícara de óleo
1/4 colher (chá) extrato de baunilha
3/4 xícara de açúcar demerara
2 cenouras raladas
Modo de Preparo
Pré-aqueça o forno a 180C. Peneire todos os ingredientes secos (da amêndoa até o sal), misture bem e reserve.
Em outro recipiente, bata os ovos com o açúcar até formar um creme. Adicione o óleo e a baunilha. Incorpore aos poucos os ingredientes secos e misture até formar a massa. Termine incorporando a cenoura ralada.
Despeje nas forminhas de cupcake e leve ao forno até dourar levemente e o teste do palito sair seco – aprox. 30 minutos. Espere esfriar para desenformar e servir.
Enjoy!
Refogado Asiático
Quer prato mais rápido e versátil que um refogado de legumes? Acompanha muito bem cereais, carnes e pode ser temperado de inúmeras formas. Se adicionado de uma fonte de proteína, passa de acompanhamento a prato principal.
Os que mais fazem sucesso aqui em casa são os stir-fry chineses, aqueles onde utilizamos a panela wok e mexemos constantemente para “cozinhar” igualmente os vegetais. É o método utilizado para fazer yakisoba.
Esta receita é um simples refogado pois não utilizei a panela wok. Adicionei os vegetais que tinha em casa, alguns molhos para temperar e o repolho chinês (bok choy) – a estrela do prato.
O repolho chinês é rico em vitaminas A, C e K e uma boa fonte de cálcio. Também contém compostos polifenóides que atuam como potentes antioxidantes. No Brasil costumava encontrar a couve chinesa e nunca tinha prestado muita atenção no repolho. Se você encontrar no mercado central ou em mercados asiáticos da sua cidade, não deixe de levar para casa e experimentar.
Refogado Asiático
VEGANO – COM GLÚTEN / DICAS PARA SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE/CASEÍNA
Ingredientes
3 colheres (sopa) óleo de gergelim
4 dentes de alho cortados em lascas finas
1/2 cebola (grande) cortada em finas rodelas
1/2 colher (chá) gengibre ralado
1 cenoura cortada em rodelas finas
1 xícara de cogumelos fatiados
1 + 1/2 xícara de talos de repolho chinês cortados em fatias de aprox 2cm
1/2 colher (chá) moho de ostra*
3 colheres (sopa) molho de soja**
2 xícaras das folhas de repolho chinês cortadas em tiras (aprox. 3cm)
2 xícaras de broto de feijão
1 xícara de tofu cortado em cubos + 3 colheres (sopa) de molho de soja
Molho de soja a gosto para servir
Modo de Preparo
Coloque o tofu para marinar nas 3 colheres de moho de soja. Logo em seguida, comece refogando o alho e a cebola no óleo de gergelim, em fogo alto por aprox. 2 minutos. Mexa constantemente.
Adicione a cenoura, os talos do repolho chinês, o gengibre e os cogumelos e refogue por mais 4 minutos mexendo sempre.
Acrescente 3 colheres de molho de soja, o moho de ostra, as folhas do repolho chinês e o broto de feijão. Coloque o fogo na temperatura média e refogue por mais 4 minutos.
Finalize com o tofu, ajuste o tempero com molho de soja e sirva em um bowl com arroz.
Serve 2 a 3 pessoas.
Notes:
*desconheço algum molho de ostra que não contém farinha de trigo. Se for celíaco, exclua este ingrediente da receita. Pode substitui-lo por pasta de miso para dar mais sabor ao prato.
** a maioria dos molhos de soja (shoyo) são adicionados de farinha de trigo. Se for celíaco, procure por molhos de soja sem glúten - em casas de produtos naturais. Também prefira as marcas que não levam glutamato monossódico, geralmente vendidas também em casas de produtos naturais.
Se não encontrar repolho chinês, pode substitui-lo por aprox. 4 xícaras de couve chinesa.
Quero aproveitar o espaço para divulgar o 3 Gluten Free Brasil que acontecerá no início de Junho em São Paulo. O evento conta com palestras e oficinas culinárias sem glúten e sem lactose. Grandes Chefs que trabalham com gastronomia saudável estarão marcando presença, como a excelente chef Tatiana Cardoso. Visitem o site para maiores informações.
Boa semana a todos!
Salada de Nabo, Cenoura e Maçã ao Tomilho, Gengibre e Dijon
De acordo com a naturopatia tradicional, é na primavera e no outono que devemos reforçar a drenagem de toxinas do nosso organismo. Da mesma forma que sentimos vontade de fazer uma faxina geral na casa, nosso corpo também sinaliza a necessidade de limpeza através de alguns sinais, como falta de energia, sensação de inchaço, intestino preguiçoso, olheiras exacerbadas, digestão lenta…
Muitas vezes colocamos outros culpados por estes sinais, ou até convivemos com eles achando serem normais. Mas talvez precisamos, de tempos em tempos, estimular nossos sistema de metabolização, filtração e eliminação, assim como uma máquina que necessita de manutenção periódica.
Dentro da nutrição, existem alimentos com grande poder detoxificante considerados como parte do método natural para eliminar nossas “queridas” toxinas.
Primeiro escute o que seu corpo diz e escolha um período que sinta-se confortável em mudar sua alimentação. Comece por reduzir os açúcares, farinhas refinadas e opte por uma alimentação mais simples e natural, à base de legumes, frutas, sucos, água, cereais integrais, azeites e carnes brancas. Durma ao menos 8 horas por noite, respire, alongue, curta as coisas boas da vida, faça o que goste e reserve um tempo para seu lazer. Lembre-se que funcionamos como uma rede, onde tudo está inter-relacionado.
Por aqui, algumas receitas para te inspirar.. e te encantar. Começando com uma salada simples e charmosa, alguns compostos sulfurados, tomilho e gengibre.
Enjoy!
Salada de Nabo, Cenoura e Maçã ao Tomilho, Gengibre e Dijon
SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE – SEM CASEÍNA – SEM SOJA – VEGANA
Ingredientes para a salada
1 xícara de cenoura cortada em rodelas finas
1 xícara de nabo cortado em rodelas finas
1 xícara de maçã cortada em 4, e após em finas fatias – aprox. 1/2 unidade
3 colheres (sopa) de vinagre
suco de 1/2 limão
Algumas pitadinhas de sal
Ingredientes para o molho
suco de 1/2 limão
1/4 colher (chá) de mostarda Dijon
uma pidata de mel
4 colheres (sopa) de azeite extra virgem
1/2 colher (chá) de gengibre ralado
1/4 colher (chá) de tomilho picadinho
Sal e pimenta a gosto
Para Guarnir
raminho de tomilho, páprica e castanhas ou amêndoas picadas grosseiramente.
Preparo
1. Faça o mise en place com todos ingredientes. Adicione o vinagre e uma pitada de sal sobre o nabo, mecha e reserve. Em outro recipiente adicione um pouco do suco de limão, uma pitada de sal e as cenouras. Mecha e reserve. Seguindo o mesmo com as maçãs, embebe-as no restande do suco de 1/2 limão e reserve. O ideal é que fiquem marinando por 30 minutos.
2. Misture os ingredientes do molho, começando com a mostarda, o mel e o limão seguido do azeite. Bata com um garfo até formar um creme. Adicione o gengibre, o tomilho e tempere com sal e pimenta.
3. Arrange os vegetais um um copo de vidro, regue com o molho e decore com tomilho, páprica e castanhas da sua preferência.
Rende 4 porções.
Makroud para um doce Primeiro de Maio
Seja na primavera ou no outono, Maio é um mês de alguma forma especial. Nem tão frio, também não super quente remete receitas que trazem equilíbrio e preparam o corpo e mente para a nova estação que virá. Não é por nada que Maio é também o mês das mães, das noivas e do trabalho, cada qual com sua tremenda importância na formação e sustentação da sociedade.
Mais que isso, para alguns países com invernos rigorosos Maio é quando as flores se desabrocham, os verdes encantam, e as feiras abertas começam a dar o ar da graça pelas ruas das cidades.
É com grande prazer que, por coincidência, iniciamos nosso mês com uma receita inspirada nos doces encantos tunisianos. O Makroud é um biscoito original de Kairouan, feito com massa de semolina de trigo e recheado com pasta de tâmaras, algumas vezes com pasta de figos ou amêndoas. Na receita original os biscoitos são fritos e depois embebidos no mel.
É lembrando deles que fiz essa receita, especial para o Natural Chef Cuisine – sem glúten e sem fritura. Uma ótima idéia para variar os biscoitos que fazemos no dia-a-dia e começar o novo mês com o doce natural das tâmaras e do mel.
E você, está pronto para a entrada de Maio? Adoraria ouvir suas reflexões e doçuras deste mês.
Mas acima de tudo, Parabéns pelo seu Trabalho, que por mínimo que seja merece seu valor,
e Feliz dia Primeiro de Maio!
Makroud
SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE – SEM CASEÍNA – COM OVOS – SEM SOJA
Ingredientes
1 xícara de amêndoas finamente trituradas no processador
1/2 xícara de fécula de milho – polenta
3 colheres (sopa) açúcar demerara
1 pitada de sal
1 ovo
1/4 xícara de ghee derretido (ou outra gordura da preferência)
Ingredientes pasta de Tâmaras
250g de tâmaras
3 colheres (sopa) de água
1/4 colher de chá (pitada) de canela em pó
1/4 colher de chá (pitada) de extrato de baunilha (opcional)
Para polvilhar após assado
4 colheres (sopa) de mel derretido
4 colheres (sopa) de gergelim
Modo de Preparo
1. Misture as amêndoas, a polenta o açúcar e o sal até incorporar os ingredientes. Em outro recipiente, faça um creme com o ovo e o ghee, batendo com um garfo ou fouet. Misture todos ingredientes e amasse com a mão para formar a massa. Refrigere por 30 minutos.

2. Enquanto isso, cozinhe as tâmaras no vapor por 30 a 40 minutos, ou até que fiquem molinhas. Deixar de molho em água na noite anterior pode facilitar o processo. Retire do vapor, remova os caroços, acidione a água e amasse até formar uma pasta. Pode bater no processador se preferir. Tempere com a canela e baunilha (se utilizar) e reserve.
3. Pré-aqueça o forno a 180C. Abra a massa com um rolo (visualize na foto para a espessura e tamanho). Adicione a pasta de tâmaras ao centro e feche o rolo. A espessura deve ser ao redor de 3cm. A massa fica um pouco quebradiça, sendo necessário cuidado nesta etapa. Talvez você tenha que juntar alguns pedacinhos que se soltam.
4. Corte o rolo na vertical, ou achate com a mão e corte na diagonal para um formato diferente. Arrange em uma forma e leve ao forno por aprox. 15 minutos, ou até que fiquem levemente dourados.
5. Depois de assados, passe no mel, no gergelim e está pronto para servir.
Rende aprox. 25 Makrouds.
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Makroud pour un doux premier de Mai
Soit en printemps ou en automne, Mai c’est quelque chose de spéciale. C’est pas très froid, aussi pas trop chaud et se réfère à une cuisine plus équilibré, que prépare le corps et la tête pour la prochaine saison qui s’approche. Coïncidence ou pas, le Mai est aussi le mois de la mère e du travail, chacun avec son importance dans la formation et maintenance de la société.
Un plus, pour quelque pays, où l’hiver c’est rigoureux, Mai c’est quand les fleurs s’épanouissent, les verts enchantent et les marchés ouvertes commencent à surgir dans la ville.
C’est avec beaucoup de plaisir que, pour coïncidence, on commence ce mois inspiré par les doux tunisiens. Original de Kairouan – Tunisie, le Makroud est préparé en superposant une couche de pâte à base de semouline du blé dur et une couche de pâte de dattes, parfois des deglet noir, quelquefois de figues ou d’amandes. La recette originale demande pour frire e après trempé dans un sirop du miel.
J’ai fait une recette exceptionnele pour le Natural Chef Cuisine – sans gluten et sans friture. Ça fait un bon alternatif pour les biscuits qu’on fait tous le jour, et en plus une bonne idée pour commencer le mois de May avec le doux naturel de la datte e du miel.
Est que vous êtes prés pour les novelles qui arriveront avec May ? J’aimerais savoir votre réflexion et douceur de ce mois.
Par-dessous tout, ma félicitation pour le jour du travail… et joue premier jour de May !
Recette Makroud
SANS GLUTEN – SANS LACTOSE – SANS CASEIN – AVEC L’OUFS – SANS SOJA
Ingrédients
1 tasse de l’amande en poudre
½ tasse de semouline de maïs – polenta
3 cuillérées (soupe) sucré
1 pincée de sel
1 œuf
¼ tasse de ghee fondue (ou outre grasse qui préférer)
Ingrédients pour le Pâte des Dattes
250g de dattes
3 cuillérées (soupe) de l’eau
¼ cuillérée (thé) de cannelle en poudre
¼ cuillérée (thé) extrait de vanille (en option)
Pour tremper et rouler après la cuisson
4 cuillérées (soupe) du miel fondu
4 cuillérées (soupe) de sésame
Directions
1. Mélangez bien l’amende en poudre avec la polenta, le sucré e le sel. Dans outre saladier, faite un crème avec l’œuf, le ghee et la vanille. Ajoutez le crème avec les ingrédients sèche et travaillez pour avoir une pâte lisse et homogène, Mettez dans le réfrigérateur pour 30 minutes.
2. Faites cuire les dattes au vapeur pour 30 à 40 minutes, jusqu’à ils s’amollissent. Enlevez les noyaux et mettez dans un saladier avec l’eau. Mouilliez peu a peu et mélangez le cannelle et vanille. Vous pouvez utiliser un mixer si vous voulez.
3. Préchauffez le four à 180C. Ouvrez la pâte (regardez la photo pour savoir comment faire). Ajoutez la pâte des dattes au moyen et fermez pour avoir un rouleau (avec une épaisseur de 3cm). La pâte sera en peau fragile, vous devriez travailler avec attention.
4. Coupez le rouleau en vertical, ou aplatissez avec la main et coupez en diagonal pour un format différent. Mettez dans un moule e faits à cuire de 15 à 20 minutes, jusqu’aux petites gâteaux sont légèrement doré.
5. Après cuire, trempez dans le miel, roulez dans le sésame et ils sont prés pour servir.
25 portions
Tunísia Parte II: Pâtisserie Tunisienne
Depois de degustar algumas delícias tunisianas resolvi escrever um post apenas sobre seus doces, isso porque a técnica de pâtisserie da Tunísia é única e muito celebrada. De simples a sofisticados, os doces recebem aromas especiais como o de flor de laranjeira e rosas. As riquezas naturais também estão presentes nas preparações, como as tâmaras, os pistaches e as amêndoas. E tudo delicadamente decorado. Impossível não cair de cabeça!
Água de flor de laranjeira é a base aromatizante de muitos doces, seria como o nosso extrato de baunilha. A água de rosas também é muito utilizada e extraída de uma rosa típica da Tunísia. Estes aromas florais conferem um toque de frescor, um sabor mais sofisticado e inesperado que surpreende o paladar dos turistas.
Flores de Laranjeira – venda a granel – Feira de Susse
O melhor, mais saudável e talvez único gluten free snack é a Tâmara. Não poderia ser diferente, visto que a Tunísia é a terra das Tâmaras. Super carnudas, macias, deliciosas, muito diferentes daquelas que comemos no Brasil. Já está difícil de viver longe delas. Lembrando que a utilidade das tâmaras na culinária natural “ocidental” é enorme e ainda pouco explorada.
Tâmaras na feira de Susse
É com a Tâmara e Semolina de Trigo que eles fazem um docinho popular muito apreciado, o Makroud. A massa é feita apenas com semolina de diferentes moagens. O resultado é uma massa porosa que absorve o mel onde o biscoito é banhado após ser frito. Para o recheio, eles preparam uma pasta feita com tâmaras e alguns temperos. Para degustar o Makroud original você deve visitar Kairouan, cidade próxima de Susse e famosa por este doce.
Makroud em Kairouan
Após estas delícias nada melhor que um bom chá. Apreciados após as refeições, os chás mais populares são o de menta e o chá verde. O segredo é na forma com que são servidos: com uma bela colher de pignoli ou amêndoas tostadas na superfície do copo. Ótima sugestão para servirmos bem uma visita.
Assim como nós, os tunisianos celebram todos momentos da vida com uma bela e farta mesa rodeada de pessoas queridas. Foi por isso que nos identificamos bastante com eles. E você deve estar se perguntando porque eu não citei nada sobre “sem glúten, sem lactose” neste artigo. Pela minha breve experiência, não pude observar nenhuma alternativa para pessoas com alergias alimentares, principalmente ao glúten. A única e mais simples solução são os alimentos in natura, estes substituem facilmente um sanduíche ou doce do meio da tarde com o mesmo poder de saciedade.
Alguns doces populares comercializados por vendedores ambulantes provavelmente são livres de glúten. É o caso do Nougat, torrone como aqueles encontrados na Espanha porém mais macio e com um gostinho de flor de laranjeira incomparável. O Nougat pode ser feito com amêndoas (mais comuns), pistache ou amendoim. Os carrinhos de Nougat estão por toda parte. E neles também encontramos amêndoas cristalizadas, como na foto abaixo. Eles utilizam um pequeno machado para quebrar em pedaços e vendem por quilo.
Adorei dividir esta viagem com vocês, espero que também tenham gostado. Nosso próximo encontro será com o couscous tunisiano e também alguma receita da Tunísia que estou preparando para o blog.
Até breve!
Salada de Quinoa Tostada ao Sesame
Enquanto preparo os próximos posts sobre Tunísia, gostaria de dividir uma receita simples e saborosa com vocês. Ultimamente estou “brigando” um pouco com a quinoa, principalmente quando utilizo a farinha em pães e bolos. O motivo é seu gosto amargo que ao fim do prato ou assado, fica saliente. Por outro lado, existem algumas receitas que caem muito bem com este grão como saladas, arroz e tabule.
Esses dias fiz uma salada puramente com quinoa tostada e adorei. E aqui está a receita, espero que gostem!
Um ótimo dia a todos e até breve!
Salada de Quinoa Tostada ao Sesame
Ingredientes
1 xícara de quinoa (pré-lavada e escorrida)
1/2 pimentão vermelho picadinho
2 xícaras de água
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
3 colheres (sopa) de óleo de gergelim
algumas pitadas de páprica doce
1 pitadinha de gengibre em pó (opcional)
3 colheres (sopa) de salsinha finamente picada
1/2 xícara de azeitonas verdes picadas
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de Preparo
1. Coloque os óleos em uma frigideira de bordas altas e leve ao fogo médio. Adicione a quinoa e toste até levemente dourado. Mexa constantemente.
2. Abaixe o fogo, adicione o pimentão picado, pitadas de sal, a páprica, gengibre (se usar) e refogue sempre mexendo até dourarem.
3. Adicione a água e deixe cozinhar por 15 minutos, ou até que a água seja absorvida e os grãos estejam cozidos (al dente).
4. Mexa a quinoa em salsinha e azeitonas, ajuste o sal, pimenta e sirva frio.
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Pendent j’écris l’article prochain de Tunisie, je veux partager avec vous une recette simple et spéciale. Après utiliser le quinoa dans plusieurs recettes, je vis que n’est pas facile de cacher son goût amer, principalement quand on utilise la farine de quinoa pour faire du pain ou de la pâtisserie. Par contre, il y a quelques recettes qui marchent très bien avec quinoa, comme les salades, riz et taboule.
Ces jours Je fais une salade uniquement avec quinoa toasté que j’ai amé beaucoup. J’espère que vous aimez aussi !
Bon journée et à bientôt !
Salade de Quinoa Toasté au Sésame
Ingrédient
1 tasse de quinoa (lavé et égoutté)
2 tasses de l’eau
2 cuillérées d’huile d’olive
3 cuillérées d’huile de sésame
1/2 tasse de poivre rouge haché
quelque pincée de paprika doux
1 pincée de gingembre moulu (en option)
3 cuillérées de persil haché
½ tasse des olives vert haché
Sel e piment noir moulu á goût
Directions
1. Mettez l’huile d’olive et de sésame dans une casserole à feu moyen. Additionnez le quinoa et toastez jusqu’à qu’il soit légèrement doré. Remuez sans cesser.
2. Abaissez la chaleur, mettez le poivre rouge haché, quelque pincée de sel, le paprika, gingembre (si utiliser) et les sautés jusqu’à dorer.
3. Ajoutez l’eau e cuisinez pour 15 minutes. L’eau doit être absorbé et le quinoa être cuit.
4. Fouillez dans les olives, des persil, ajustez le sel, piment noir et servez froid.
Tunísia Parte I – Épices
Vista do Ribat, Sousse – Tunísia
A viagem gastronômica deste mês será Tunísia, país do norte da África que nos surpreendeu com sua beleza. Tunísia é um país marcante, onde predomina a cultura árabe, com influências mediterrâneas. Ao sul a paisagem de destaque é o deserto do Sahara, que corresponde a mais de 30% das terras locais. Ao Norte estão cidades pitoresca como Susse, Kairouan, praias paradisíacas e turísticas como Hammamet e a capital Tunis.
A gastronomia típica tunisiana traz heranças de diferentes povos que passaram por lá, como os bérberes, andaluzes, árabes, persas, turcos, egípcios, etc. O conjunto de influências e a localização mediterrânea, resultam em uma gastronomia única e intensamente saborosa, que conquista turistas que passam pelo país e enche de orgulho seus conterrâneos.
Mesquita de Kairouan, Kairouan – Tunísia
Nós ficamos encantados com o carisma dos tunisianos e fomos muito bem acolhidos por uma família local, nossos novos amigos. Foram eles que nos introduziram aos sabores e cultura, que apesar de ter sido apenas uma breve introdução, deixou memórias mais que especiais.
E eu não poderia deixar de dividir minha modesta experiência com vocês, por isso preparei alguns post sobre esta viagem , uma pequena descoberta do Norte da Tunísia.
De início, algumas especiarias utilizadas no país.
Harissa. No começo achava que era o nome de uma pimenta local, mas depois entendi que é uma pasta feita com diferentes pimentas e alguns condimentos, como coentro e cominho. Harissa é utilizada como molho base para diversos pratos, inclusive no tradicional Couscous tunisiano. Por isso, todos pratos são bem apimentados.
Cominho faz parte do cultivo local, e como consequência é presente em vários pratos e temperos. Outra planta nativa do norte da África e pertencente a mesma família do cominho (Apiaceae) é o coentro. Na Tunísia e outros países da região, os grãos secos do coentro são moídos e utilizados em inúmeras preparações.
A páprika doce também faz parte do repertório de especiarias, usada para adicionar cor a alguns pratos, assim como um bom e fresco molho de tomate.
Açafrão é vendido a granel nas feiras de ruas.
Hummm… azeitonas aos montes! Por todo lugar nos deparamos com extensos plantios de azeitonas e tivemos o prazer de saborear a conserva de azeitona cultivada e preparada pela própria família.
Azeite de oliva é outra estrela da mesa. A produção local de azeite é de ótima qualidade, sendo a principal fonte de gordura na culinária.
Dentre os pratos salgados que experimentamos está uma salada chamada Mechouia. Mechouia é como uma salsa de pimentões e pimentas locais grelhadas, alho grelhado e temperos. É servida de entrada e acompanhada do pão típico Khobz Tabouna, pão feito de semolina de trigo e assado em um forno artesanal de argila. Este vídeo demonstra como se assa o pão, vale a pena ver. A salada também é servida com outros pães comuns.
Khobz Tabouna – Mercado de Susse
Apenas as entradas do almoço servido pela família
Depois de ler várias receitas na internet resolvi fazer a Mechouia em casa para dividir com o blog. Claro que não ficou igual a que experimentamos na Tunísia, mas ainda sim muito saborosa. Utilizei as pimentas que encontrei aqui na França, obviamente não são as originais da receita, deixando um picante bem menos acentuado.
Salada tipo Mechouia
Ingredientes
1 pimenta malagueta
3 pimentões (verdes ou vermelhos)
4 tomates
3 dentes de alho
algumas pitadas de coentro em pó
1/4 xícara de azeite de oliva
3 colheres (sopa) de suco de limão
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de Preparo
1. Arrange as pimentas em uma forma e leve ao forno de 190 C para assar por 30 minutos.
2. Retire a forma, vire as pimentas e adicione os dentes de alho ainda na casca, seguido dos tomates. Retorne no fogo por mais 15 minutos, ou até que a pele das pimentas fiquem pretas e os tomates assados. Deixe mais tempo se necessário, mas cuidado para não queimar os alhos.
3. Retire do forno, coloque as pimentas assados em um saquinho plástico, feche e deixe descansar por 10 minutos. Moa o alho e faça uma pasta com o azeite, suco de limão, pitadas de sal, pimenta do reino e coentro em pó. Reserve.
4. Retire as peles e sementes dos pimentões e tomates e pique finamente. A idéia é não bater no liquidificador pois o molho deve ter alguns pedaços. Misture com o alho temperado, acerte o sal e sirva.
A maneira tradicional de servir o Mechouia é com atum, azeitonas e ovos cozidos. Você pode servir a sua maneira e também utilizar em molhos de tomates para dar um picante diferenciado.
É impossível descrever todas as riquezas locais, para isso teria que me aprofundar mais no assunto e principalmente voltar mais vezes. Mas uma coisa eu aprendi: uma dose diária de capsaicina faz muito bem para o corpo e mente!
Aguarde os próximos post sobre Tunísia: patisserie local e couscous!
à bientôt!
TUNISIE PART I: LES ÉPICES
Le voyage culinaire de ce mois sera en Tunisie, un pays d’Afrique du Nord, où sa beauté nous avons surpris. Tunisie est un pays où la culture arabe est prédominante et se mélange avec les influences du Méditerranée. Plus de 30 % de la superficie du territoire est occupée par le désert du Sahara, qui est situé au Sud. Au Nord on trouve villes pittoresques comme Susse et Kairouan, plages très belles et touristiques comme Hammamet, et le capital Tunis.
La cuisine tunisienne reflète des héritages culturels successifs (berbères, arabes, égyptiens, etc.) et la localisation géographique du pays. Comme résultat il-y-a une cuisine unique et intensément savoureuse, très apprécié pour les touristes et que rend fiers á ses compatriotes.
Les tunisiennes ont été très gentils avec nous, et on a eu la chance d’être reçu pour une famille locale, notre nouveaux amis. Ils ont préparé un accueil très chaleureux et nous avons introduit dans la culture et les saveurs locales. Malgré notre séjour a été court, les nouvelles découvertes ont laissé très bon souvenirs.
Je veux partager avec vous cette modeste expérience, c’est la raison pour laquelle je vais écrire quelques post par rapporte á cette voyage. Une petite découverte du Nord de la Tunisie.
Au début, certaines épices traditionnelles.
Harissa. Ce n’est pas le nom d’un piment comme j’ai pensé, mais une purée des pimentes rouges broyés avec des épices, comme du cumin et de la coriandre. Harissa est utilisée comme condiment ou comme ingrédient dans plusieurs plats Tunisien, y compris le couscous. La majorité des plats Tunisiennes sont très pimentés.
Le Cumin fait part de la culture locale, et pour ça il est dans la composition des plats et des mélanges d’épices. La coriandre est un plant de la même famille du cumin (Apiacées) et il est aussi très présente dans la cuisine Tunisienne. Ils utilisent les fruits séchés de la coriandre, qui quand moulus sont l’ingrédient de base de nombreux de mélanges.
Le paprika doux donne un couleur particulier dans quelque plats, bien que la bonne et fraîche sauce des tomates.
Le safran peut être acheté dans toutes le marché, et est payé par grams.
Hummm…. Tunisie est la terre des olives. Les arbres des olives sont par tout et nous avons eu le plaisir de goûter la conserve des olives fait á la maison, qui eurent cultivés pour la famille.
Par conséquence, l’huile d’olive est l’étoile de la table. Avec une production de très bonne qualité, l’huile d’olive est la source de grasse plus importante.
Entre les plats salées qui nous avons goûté, il-y-a eu une salade qui s’appelle Mechouia. C’est comme une salsa de piments et poivres grillés, avec d’ail grillé et épices. Ce plat est servi avant le plat principal, avec du pain tunisien Khobz Tabouna (fait á partir de semoule du blé et cuit dans en four d’argile avec une technique très ancestrale – vous pouvez voir la technique ici). En plus, le Mechouia peut être goûté avec des autres pains ordinaires.
J’ai lu plusieurs recettes sur l’Internet et après j’ai essayé de faire le Mechouia á la maison pour partager sur le blog. Bien sûr que le résultat n’a pas été comme le vrai Mechouia qu’on a mangé en Tunisie, mais par contre l’a été savoureux. J’ai utilisé les piments que j’ai trouvés en France, donc cette recette a été moins pimentée.
Salade Mechouia
Ingrédients
1 piment rouge
3 poivre (rouge ou vert)
4 tomates
3 gousses d’ail
quelque pincé de coriandre moulu
¼ tasse de l’huile d’olive
3 cuillères à soupe de jus de citron
Sel e piment noir moulu á goût
Préparation
1. Dans le four a 190 C, grillé les piments et poivres pour 30 minutes.
2. Ajoutez les gousses d’ail et les tomates e retournez la plaque dans le four pour plus 15 minutes, ou jusqu’a les légumes grillent pour tous les côtés. Faite attention pour ne pas brûler les gousses de l’ail.
3. Mettez les piments et poivres tout de suite dans un sac en plastique pour vers 10 minutes. Une fois tiède, pelez la peau noire et les épépinez. Pelez et épépinez les tomates.
4. Épluchez les gousses de l’ail, ajouter l’huile d’olive, pincé de sel, piment noir moulu, la coriandre moulue et faites un pâte. Coupez finement les légumes e ajoutez la pâte d’ail. Goûtez et ajustez le sel.
La manière traditionnelle de servir le Mechouia est avec thon, olives et des oeufs cuisent. Vous pouvez servir la façon que vous voulez et aussi l’utiliser dans autre sauce rouge pour ajouter un goût pimenté agréable.
C’est pas possible de décrire toutes les richesses de Tunisie. Pour faire ça il faut que j’approfondisse dans ce métier, mais principalement que je retourne a Tunisie plusieurs fois. Mais une chose j’ai pris : une petite dose de capsaicin tous le jour est bon pour le corps et la tête !
Attendez les articles prochains de la pâtisserie tunisienne et de le célèbre couscous!
à bientôt!
Tartellete de Banana com Merengue
Já deu para perceber o quanto amo tortas! E esta foi o tema de uma tarde de domingo, como sempre em família. Tem coisa melhor que isso? Fui juntando todos ingredientes e por fim a receita me rendeu 5 tartelletes, imagine quantos minutos que duraram! Então para a próxima farei a receita dobrada, e sugiro você fazer o mesmo.
Banana, banana e banana.. me relembra uma torta ou um bolo transbordando em caramelo, hummm… mas nesta receita esquecemos o caramelo e a banana agrega sabor mas principalmente textura, visto que é uma torta sem creme. Se substituirmos por frutas vermelhas por exemplo, teríamos que incluir um creme para dar o contraste entre a crocância da massa e o azedinho da fruta. Então fica aí a dica para quando quiser tortinhas mais leves e sem lactose.
Uma observação importante para esta receita é que não deu tempo para esfriar e tentar desenformar, mas posso dizer que seria difícil tirar da forma pois ela fica um pouco quebradiça. Porém a farinha de amêndoas, com o ghee e a baunilha harmonizaram-se tão bem em termos de sabor que o “problema” de ter que comer direto da forminha não doeu nadinha.
Vamos a receita!
SEM GLÚTEN – SEM LACTOSE/CASEÍNA – SEM SOJA – VEGANA (SEM O MERENGUE)
Ingredientes
Para a massa:
1 xícara de amêndoas trituradas até consistência fina
1/2 xícara de farinha de arroz integral
1/3 xicara de Ghee
1 pitada de sal
2 colheres de sopa de mel
1/4 colher de chá de bocarbonato de sódio
1/4 colher de chá de essência de baunilha
Para cobertura
3 bananas
pitadas de canela (a gosto)
1 colher (sopa) rasa de açúcar demerara
pitadas de suco de limão
Modo de Preparo
Misture todos ingredientes da massa até obter uma textura firme e homogênea. A diferença de farinhas pode alterar a consistência da massa, se achar que está seca acrescente algumas colheradas extras de ghee. Enrole com papel filme e resfrie por pelo menos 2 horas.
Pré-aqueça o forno a 180 C. Forre as forminhas com a massa até que fiquem não tão finas nem grossas. Modele com as mãos.
Leve ao forno por aprox. 12 minutos. Enquanto isso, corte as bananas em rodelas, tempere com limão, canela e o açúcar e reserve.
Cubra as crostinhas com a banana de forma uniforme. Retorne ao forno por mais 15 minutos (até a massa ficar levemente dourada e a banana cremosa).
Para opção sem ovos (vegana) ou sem açúcar refinado salpique com um pouco de canela e sirva simples assim.
Para o Merengue
2 claras
4 colheres sopa de açúcar
zestes de 1/2 limão
Bata as claras em neve e quando começarem a ficar firmes acrescente o açúcar aos poucos. Continue batendo até ficarem consistentes e por último misture as zestes.
Cubra as tortinhas e retorne no forno na função gril por alguns minutos só para dourar o merengue.
Crostini com Tomate e Erva Doce
Quem segue a dieta sem glúten sabe que muitas vezes pão torrado é a melhor forma de apreciar o real sabor do pão. Isso porque pães sem glúten tendem a ter uma vida de prateleira curta, e por isso a grande maioria dos pães são vendidos já refrigerados. Depois de ficar alguns dias na nossa geladeira, perdemos um pouco a vontade de consumi-lo fresco, e acabamos tostando ou torrando.
Esta receita traz uma dica para sofisticar sua torrada sem glúten do final de semana. Crostinis nada mais são que torradinhas, usualmente feitas com fatias de baguete, e aqui eu proponho um topping feito com tomates e erva doce, que encaixa bem como entrada, ou como um lanche rápido.
Ingredientes
6 a 8 fatias de pão sem glúten da sua preferência
1 dente de alho (para aromatizar as torradas)
4 tomates picados em cubos grantes
1 xícara de bulbo de erva doce cortado em cubos pequenos
1/2 cebola média picada
2 colheres de sopa de salsinha picada
Azeite, Sal e pimenta a gosto
Modo de Preparo
Distribua as fatias de pães em uma forma, tempere com azeite de oliva, pimenta do reino e leve ao forno até torrar.
Distribua os tomates, erva doce e cebola em outra forma, tempere também com fios de azeite de oliva, pimenta do reino e algumas pitadinhas de sal. Leve ao forno (180 C) até que os vegetais amoleçam e comecem a ficar levemente dourados na superfície (aprox 35 – 40 minutos).
Depois de tudo pronto tempere o topping com sal, pimenta e azeite a gosto e adicione a salsinha. Esfregue o alho cru nas torradas, cubra com o topping, decore com fennel (verdinho da erva doce) e sirva.
Se quiser pode aumentar a quantidade dos vegetais e armazenar em geladeira o que sobrar. Desta forma tem uma opção prática e saudável para consumir com pão durante a semana.
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Estive ausente na última semana por um motivo chamado EUROPAIN, uma feira internacional de panificação e confeitaria que aconteceu em Paris. Fiquei impressionada com a enormidade do evento e pude conhecer algumas novidades e tendências.
Tinha expositores de países de todos os continentes, e o Brasil estava presente, inclusive como um modelo de panificadora de sucesso. Isso mesmo, nosso país está introduzindo o estilo brasileiro de panificadora, conhecido internacionalmente como Brazilian Bakery pelo mundo a fora. O diferencial é que nossas panificadoras não vendem só pães, mas sim outros alimentos essenciais no dia-a-dia de uma família, além de um espaço para buffet no almoço e café no fim de tarde. É um local não apenas para passar mas também para ficar, independente da hora do dia.
Outro dado interessante é que o Brasil é auto-suficiente em equipamentos para panificação e restaurantes. Não precisamos importar nada pois nossa produção interna consegue suprir o mercado em termos de qualidade e preços. Por esse motivo, produtos industriais genuinamente brasileiros também estavam expostos na feira.
E sobre pães sem glúten? Raridade por lá. A França é muito tradicional na forma de fazer pães e aqui é mais difícil encontrar alternativas que contradizem o “savoir faire” da boulangerie e patisserie francesa. Por outro lado, a tendência do momento são os moinhos especializados em farinhas orgânicas, e com isso a ampliação da gama de pães orgânicos. Mas isso vai render um post especial sobre a panificação BIO na França.
Recursos naturais, tecnologia avançando, grandes profissionais que fazem a diferença e riqueza cultural… quesitos que fazem do Brasil a bola da vez aqui fora. Precisamos de consciência ambiental para não acabar com tudo isso e claro, de muita vontade política!
Desejo um ótimo fim de semana a todos!






































